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Voo privado com pets: como viajar com seu cachorro

Num voo privado seu cachorro ou gato viaja na cabine, junto com você: sem porão e sem separação. O que muda conforme o destino é a documentação necessária.

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Como seu pet viaja num voo privado

Numa companhia aérea, um cachorro grande costuma viajar no porão e um pequeno, numa bolsa embaixo do assento. Num voo privado não existe essa divisão. Na Flyzar, os pets fazem parte da família: embarcam com você e viajam na cabine ao seu lado. Sem porão, sem caixa de transporte, sem separação.

Você embarca no nosso FBO em San Fernando, sem filas nem terminais lotados. Seu cachorro entra com você, embarca com você e desembarca com você. Menos espera e menos barulho também significam menos estresse para o animal.

Existe limite de tamanho?

Não há um limite de tamanho fixo. O que define quantos animais, e de que porte, podem viajar é o avião e o número de passageiros, porque o espaço da cabine é compartilhado.

Um cachorro pequeno viaja confortável em qualquer jato. Para um cachorro grande, ou para mais de um animal, vale um avião com cabine ampla, como o Challenger 605 ou os Gulfstream. Ao pedir a cotação, conte a raça, o porte e o peso, e recomendamos o avião. Se viajam vários passageiros e mais de um animal, levamos isso em conta para que todos viajem confortáveis.

Documentação para voar dentro da Argentina

Num voo doméstico não há imigração nem alfândega, e também não é preciso nenhum trâmite no SENASA, o órgão sanitário argentino. O recomendável é levar o certificado de vacinação antirrábica em dia, assinado por um veterinário registrado, ou a carteira de vacinação onde conste a vacina.

Leve o original e uma cópia. A vacina precisa estar em dia na data do voo; se o seu pet é filhote e ainda não foi vacinado, fale conosco antes de reservar.

Documentação para viajar ao exterior

Para sair da Argentina com um cachorro ou gato é preciso o Certificado Veterinário Internacional (CVI) emitido pelo SENASA. Ele é feito conforme as exigências do país de destino e sai no nome da pessoa que viaja com o animal. Para alguns países vizinhos existe uma versão digital, mas ela só vale para viagens por terra: para um voo, o CVI é retirado num escritório do SENASA. São três passos:

  • Consulte os requisitos do destino no sistema on-line do SENASA. Cada país define suas vacinas, tratamentos e prazos.
  • Peça a um veterinário registrado que ateste o que o destino exige: boa saúde, vacina antirrábica em dia e tratamentos como a vermifugação.
  • Com agendamento prévio, apresente essa documentação num escritório do SENASA e retire o CVI. No dia do voo, leve o CVI e o certificado original da vacina antirrábica.

Requisitos que mudam conforme o destino

A validade do CVI também é definida pelo destino. Para o Chile, por exemplo, é de dez dias a partir da emissão, então vale coordenar bem as datas. Pense também na volta: conforme o país, o mesmo certificado serve para retornar enquanto estiver válido ou é preciso um novo trâmite lá.

Os requisitos de entrada não são iguais em todos os países e mudam com frequência. Vale começar com antecedência: alguns tratamentos precisam ser feitos numa janela exata de dias antes da viagem. Orientamos você sobre a documentação e os requisitos sanitários, e nossa equipe de operações os confirma antes de cada voo. Alguns exemplos:

  • O Chile exige que cães e gatos estejam identificados com microchip ou tatuagem, e que a vacina antirrábica tenha sido aplicada pelo menos 21 dias antes da entrada.
  • Uruguai, Brasil e Paraguai aplicam as normas do Mercosul: atestado de saúde recente, vacina antirrábica em dia e vermifugação. Para cães com mais de três meses, o Uruguai exige também microchip e um exame negativo de leishmaniose.
  • Os Estados Unidos exigem que os cães tenham pelo menos seis meses, microchip e um formulário on-line do CDC, e podem pedir mais conforme os países por onde o animal passou.

Dicas para o dia do voo

Alguns detalhes simples deixam a viagem mais tranquila para todos:

  • Leve seu cachorro para passear antes de sair para o aeroporto.
  • Leve guia, água, a mantinha ou a caminha dele e algum brinquedo conhecido.
  • Dê uma refeição leve algumas horas antes do voo, não logo antes de embarcar.
  • Leve saquinhos e um tapete higiênico, por precaução.
  • Se ele fica nervoso, fale com seu veterinário antes de dar qualquer calmante.
  • Na reserva, avise quantos animais viajam, o porte e o peso de cada um.

Perguntas frequentes

Meu cachorro pode viajar na cabine de um jato privado?

Sim. Na Flyzar, os pets embarcam e viajam na cabine ao seu lado, sem porão nem caixa de transporte. O espaço disponível depende do avião e do número de passageiros.

Posso viajar com um cachorro grande em avião privado?

Sim. Não há um limite de tamanho fixo: depende do avião e de quantos passageiros viajam. Para cães grandes recomendamos um jato de cabine ampla. Conte a raça e o peso ao pedir a cotação.

O que meu pet precisa para voar ao Uruguai?

O Certificado Veterinário Internacional do SENASA, feito conforme os requisitos do Uruguai. Para obtê-lo, seu veterinário atesta a boa saúde, a vacina antirrábica em dia e a vermifugação; cães com mais de três meses precisam também de microchip e de um exame negativo de leishmaniose. Orientamos você sobre os prazos.

Com quanta antecedência devo começar os trâmites?

Para uma viagem ao exterior, vale começar algumas semanas antes: há vacinas e tratamentos com prazos mínimos, e o agendamento no SENASA é feito com antecedência. Para um voo doméstico, o importante é a vacina antirrábica em dia.

Gatos viajam do mesmo jeito que cachorros?

Sim: também viajam na cabine, junto com você, e para sair do país precisam do mesmo CVI do SENASA. Se você viaja com outra espécie, os requisitos são diferentes: fale conosco antes de reservar.

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